Fliperama de Boteco

Fliperama de Boteco #11 – Yu Suzuki

Fliperama de Boteco #11 – Yu Suzuki

No Fliperama de Boteco dessa semana Guilherme Ferrari, Alexandre Machado e Alysson Guedim comentam sobre o ilustríssimo Yu Suzuki, produtor e designer de jogos. Descubra como alguém que desejava ser guitarrista desistiu de um sonho para criar sonhos nos video games e arcades. Pegue sua cerveja e aperte o play!

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Sobre o autor

  • Lilian

    Caraacas que socoo um no Suziki e outro em vocês. Segue explicação 😛 :
    Como pode o cara ter sido o criador de taaantas inovações no mundo dos games e ter sido inicialmente um fracasso total? Digo isso no sentido das vendas dos jogos que ele criou, porque parece que grande parte delas não tinha bons lucros comparando com os gastos para a produção dos jogos. O que fiquei pensando é que provavelmente a SEGA quis economizar e as ideias que ele tinha ficavam incompletas ou adaptadas para qualidades gráficas ou até de desempenho inferiores ao projeto original. Ou tinha alguma outra coisa no mundo acontecendo em paralelo que fez com que ele não tivesse tamanho sucesso inicialmente? Algum outro jogo mais vendido na época? Ou até algum outro artigo que estivesse fazendo mais sucesso que os próprios games? O que vocês pensam sobre?

    Bom, a justificativa para o soco nele está aí. Em vocês é pelo fato que pensei “Bah, vou aproveitar que não estou conseguindo dormir e ouvir um podcast do Fliperama de Boteco”! Procurando por aqueles que eu não tinha escutado ainda, vi esse e pensei “Perfeito! Assim vou saber um pouco mais sobre outro ícone dos vídeo games e é bem curtinho (Duração descrita no site: 27:24. Cabe lembrar que meu celular não carrega totalmente a barra de play e portanto não aparece a parte que diz: 1:18:18). Até aí ok! Começo a ouvir e percebo que o cara é um baita de um ‘infeliz’ e passa dos 30 min e parece ainda ter mais do que meia-hora de cast e aí que fiquei pensando “PQP não consigo pausar porque o cara deve ter feito alguma coisa muito importante pra ter ganhado uma biografia, mas quanto tempo mais vou ter que ouvir isso????”

    Nãooo, não queria dar um soco em vocês porque o podcast ficou ruim, mas porque fui enganada pela duração dele 😛 Dá onde saiu aqueles 27:24?

    • Alysson Guedim

      Sobre o primeiro soco eu fiquei perdido na explicação então pra não falar besteira vou partir pro segundo xD

      Provavelmente o nosso player deu alguma bagunçada e não contou o tempo correto do programa, mas já realizei a atualização do mesmo, obrigado por avisar.

      Nossos programas tem entre 40min a 1hr e 20, menos os drops que terão uns 20min, então se ocorrer novamente já fica a dica ai =]

  • Lilian

    Sem stress Alysson!!! Sou resmungona mesmo, mas no fim é tudo brincadeira 😛

    O soco no Suzuki era pelo fato do cara ter mil ideias, mas a grande maioria me pareceu bem mal aplicada. Digo, não sei exatamente no que ele (ou sega) errou, mas poderia ter ganhado mais destaque e lucros com a venda dos jogos se tivessem investido “direito”.
    Queria saber se vocês têm alguma especulação pra isso…

  • Alexandre

    Obrigado pelo comentário, Lilian, é um prazer enorme ter retorno sobre os assuntos, e melhor ainda quando dá pra trocar uma ideia, discutir, como você ofereceu a chance com a tua análise. Discordo em alguns pontos dela e vou explicar os porquês.

    Quanto ao fato dele ter dado prejuízo à Sega, na verdade isso ocorreu no final de sua estada na empresa. Acho que em decorrência do fracasso comercial das últimas ideias eles acabaram se desgastando e ambos acharam melhor romper o vínculo direto, com ele se tornando consultor, já que a experiência e inteligência ainda estavam lá. Não apurei, mas vamos supor que o primeiro jogo, o de boxe, não tenha tido um retorno muito animador.

    Nessa hipótese, ele pode ter ganho uma segunda chance pra mostrar que era realmente bom, e de fato mostrou, como falamos no cast. Porém, se o primeiro jogo já se converteu em um grande lucro, isso teria sido um fato importantíssimo para que ele tivesse a liberdade de criar.

    Em qualquer um dos casos, ele conseguiu êxito. Acredito que criar cada jogo novo deveria custar uma fortuna pra Sega, já que a equipe tinha que: criar o hardware baseado em tecnologias de ponta (caras e complexas), criar as ferramentas de depuração (programas que analisam programas em busca de bugs) e programar em linguagens de baixo nível (demorado e difícil).

    Se a Sega não tivesse fé de que os jogos gerariam lucro alto eles nem deixariam que suas ideias fossem postas em prática. Tanto é que ele foi o produtor do arcade mais lucrativo da história, o glorioso Daytonausa. Ou seja, ter a mão do Tio da Suzuki num projeto era quase uma garantia de sucesso, mesmo com a garantia de que custaria caro pra empresa.

    A grande ironia é que a sua “Magnum Opus”, Shenmue, foi o seu maior desastre comercial. À partir desse ponto, foram poucos jogos, todos amargando prejuízo. Será que o encanto se perdeu ou foi só uma fase? Vamos descobrir quando sair o terceiro capítulo da saga, em 2017, ou 2018, porque nunca se sabe o que virá, vide Keiji Inafune com o “Mighty No. 9”. Mas vamos torcer pra que seja um jogaço e que venda muito, senão vai ser duro pro peão. É isso, essa foi minha argumentação 🙂

  • Lilian

    Depois dessa resposta mítica, só tenho uma coisa pra dizer: – que poeta!!!!
    Cheguei até a pesquisar no google pra ver se não tinha sido “copia e cola” de algum local (brincadeira, lógico).

    Bah Ale, valeu pelo retorno. Ficou esclarecido agora!!!

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